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Tuesday, August 1, 2017

A colaboratividade vivenciada em mundos virtuais

Os Mundos Virtuais (MV) denominados também de Micromundos estão a cada dia mais populares entre os usuários de games, possuem características que podem ser utilizadas por vários segmentos, inclusive distinto dos quais foi concebido. Abordaremos aqui a colaboratividade como ferramenta construtiva.
Ao desenvolver um ambiente virtual com tanta interatividade não se pode deixar de fora a colaboração entre os participantes, porém ela não é pensada como elo principal do jogo e sim instrumento acessório.
Second Life é um desses exemplos. Para Palfrey e Gasser (2011, p. 141) [...] "Second Life é um mundo definido pelo usuário. [...] A parte criativa é deixada a cargo dos habitantes. Os jovens estão criando prédios baseados em projetos arquitetônicos originais, estabelecendo ilhas, cidades e portos, [...]". Numa dinâmica na qual o individual e o coletivo se entrelaçam e formam o todo.
Figura 01: Tela de apresentação do Hay Day
Fonte: supercell.com/en/games/hayday/

Outros exemplos para um publico mais inciante são os ambientes de simulação Hay Day SimCity.


Através da colaboratividade, tais ambientes passam a ser muito mais atrativos, possibilitando o aprimoramento das qualidades mais nobres da humanidade: servir ao próximo, auxiliar o outro a resolver problemas pontuais.
Figura 02: Tela de apresentação do SimCity
Fonte: www.simcity.com/

Saiba mais, abaixo você pode conhecer os ambientes dos MV citados.
Second Life. Vídeo 360
Hay Day. Vídeo 360

Referência:
PALFREY, John; GASSER, Urs. Nascidos na era digital: entendendo a primeira geração de nativos digitais. Tradução: Magda França Lopes. Porto Alegre: Grupo A, 2011. 352 p.

Saturday, July 8, 2017

E-learning e os cursos de EAD:Caminhos de práticas colaborativas no processo de ensino e aprendizagem

A Educação a Distância (EAD) é uma modalidade de educação que vem assumindo, cada vez mais, uma posição de destaque no cenário educacional da sociedade contemporânea. Percebe-se que pessoas e instituições começam a abandonar preconceitos de longa data contra o aprendizado que ocorre fora da sala de aula convencional. Sem dúvida, o principal estímulo para a mudança tem sido o surgimento de novas Tecnologias de Informação e Comunicação, mediadas com transmissões via satélite, internet e material multimídia, que objetiva facilitar o processo de ensino-aprendizagem e estimular a colaboração e interação entre os participantes de um curso. (ARAÚJO, 2008).

Figura 01: Origem e Evolução do E-learning.
Fonte: https://www.emaze.com/@AZOOIWLR/Origens-e-Evolução-do-E-learning

A ferramenta do e-learning utilizada nos cursos EAD desperta o interesse do alunado e contribui para um modelo de ensino e aprendizagem colaborativos, em que os alunos são responsáveis pela criação e compartilhamento do conhecimento. Neste novo cenário, onde a tecnologia é essencial para o desenvolvimento e manutenção de cursos de EAD, a aceitação dessa tecnologia de aprendizagem torna-se um instrumento fundamental de estudos. As dificuldades encontradas na implementação de tecnologias para a aprendizagem ocorrem porque “o e-learning é na verdade uma revolução na forma como as pessoas aprendem e melhoram o seu desempenho” (Rosenbergue, 2006, p. 11) e “para que a tecnologia melhore a produtividade, esta precisa ser aceita e utilizada pelos funcionários nas organizações”. (VENKATESH et al, 2003, p. 426).

REFERÊNCIAS
ARAÚJO, Matilde Medeiros. A tutoria na educação a distância: um estudo de caso no curso de administração a distância da ufrn. 2008.73f. Monografia (Progressão vertical) - Departamento de Administração, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2008. 
VENKATESH, V., MORRIS, M., DAVIS, G., & DAVIS, F. User Acceptance of Information Technology: Toward a Unified View. MIS Quarterly, v.27, n.3, p.425-478, 2003. 
ROSENBERG, Marc J. Beyond, E-Learning: Approaches and Technologies to Enhance Organizational Knowledge, Learning Performance. San Francisco Pfeifer, 2006.

Friday, July 7, 2017

O Jogo do alfabeto digital como uma possibilidade de mediatização das escritas dos alfabetizandos

O jogo do alfabeto digital, disponível, no site: http://www.smartkids.com.br pode ser uma possibilidade de mediatização da alfabetização dos alunos, sendo iniciada com as escritas dispostas na mídia impressa e essas integradas com a combinação do processo de alfabetização convencional com o uso das mídias digitais. Destarte, o jogo do alfabeto digital é interessante ao passo que busca trabalhar o processo de associação das letras do alfabeto com desenhos de objetos e possibilita, assim, que o alfabetizando aprenda o alfabeto com maior interatividade e ludicidade. Além disso, jogo faz uso de sonoridade, ao passar o mouse em torno das figuras.

Figura 1 – Tela do jogo: Alfabeto 

No caso da tela capturada no jogo, em análise, a letra do alfabeto em destaque é a “A” e o aluno terá que associar/descobrir qual dos objetos (apresentados) começam com a letra “A” e assim acontece com as demais letras do alfabeto, sendo que, a cada letra, novos objetos (imagens) são apresentados para associação. O jogo poderá ser uma possibilidade de mediatização do processo de alfabetização do aluno, assim, é possível perceber que a imagem apresenta um valor de combinação e associação com a grafia do alfabeto e com a sonoridade da letra, já que a letra “A” associa-se com avião, demostrando que a imagem detém um domínio de formação e representação visual e de simbologia e síntese, conforme discorre o estudo de Peirce e as ideias de Joly (1996), Santaella (2012) e Santaella; Nöth (2001). [Bibliografia Sugerida]

Os jogos educativos digitais como mediadores dos processos de alfabetização

O processo de alfabetização dos alunos acontece por meio da combinação do processo da língua escrita e oralidade, sendo, mediados pelo professor e pares. Portanto, a prática pedagógica, durante o processo de alfabetização, também pode ser mediada através do uso de jogos educativos digitais, já que tal ferramenta contribui na alfabetização dos alunos. Os jogos educativos digitais são ferramentas que conduzirão a relação entre o trabalho gerado pela produção do aluno, substanciado e transposto pela mediação e mediatização ao contexto das Tecnologias da Informação e Comunicação - TIC´s.


Destarte, é possível entender que os processos de alfabetização dos alunos por meio dos jogos educativos digitais, poderão acontecer em virtude da mediação inicial do professor com o aluno e deste último com o jogo, bem como pode culminar com a percepção e interpretação do discente em torno das representações da escrita e conjunto imagético.
Pode-se rematar que os jogos educativos digitais proporcionarão avanços e uma potencialização nos caminhos do processo de ensino e aprendizagem da alfabetização.

Wednesday, July 5, 2017

O texto coletivo no ensino fundamental: uma prática colaborativa

As atividades colaborativas devem estar presentes na prática docente desde os anos iniciais do Ensino Fundamental, a colaboração entre os alunos ajuda as crianças na troca de conhecimentos, o que ajuda o professor nessa difícil etapa do processo escolar. Uma prática que contribui para o estímulo à colaboração, assim como para a produção de diversos gêneros textuais, é a construção do Texto Coletivo, uma prática colaborativa que dá asas à imaginação e liberta a criatividade das crianças.
Nesse processo de produção textual, o professor atua como mediador, cabe a ele apenas guiar os alunos a organizar as ideias de maneira lógica. Com colaboração na construção de textos, o resultado será uma aula em que a criatividade e a colaboração andam juntas, substituindo a apatia e a passividade por ação, sugestões, debates e troca de ideias.
Que tal começarmos a criar o nosso conto fantástico?

Uma noite estranha na Metrópole Digital



Era mais uma noite de sexta feira no IMD, na UFRN, aproximava-se das dez da noite, os alunos do curso de Pós-graduação em Inovação em Tecnologias educacionais se preparavam para o encerramento de mais um  dia de aula, o IMD já estava praticamente deserto,  eis que uma turma de três alunos fica conversando na sala discutindo ideias para o dia seguinte, quando se dão conta, já passara das 22:30, os três saem às pressas e, ao pegarem o elevador, escutam um barulho estranho, uma voz que sussurra, e as luzes do elevador se apagam, e o mesmo para com a porta entreaberta. Nesse instante...
Agora é a sua vez: o que acontecerá depois disso dependerá da imaginação de todos que contribuírem para finalizarmos esse conto. Solte a criatividade e vamos juntos desvendar esse mistério.


Tuesday, July 4, 2017

Aprendizagem colaborativa utilizando o Facebook


A partir 2004 passamos a ter uma Web no modelo da que temos hoje. Uma Web que possibilita o compartilhamento e a colaboração entre as pessoas que a utilizam. Estou me referindo à segunda geração da internet, ou Web 2.0. Hoje temos a Web 3.0, ou a Web semântica que, apesar de sua principal característica ser o tratamento e o cruzamento de informações que são produzidos na rede, veio acentuar a colaboração e a participação das pessoas.

Por meio das redes sociais as pessoas compartilham os seus entendimentos com as outras utilizando recursos como a internet e gerando conteúdo através da interatividade com a Web. Sendo assim, podemos considerar as redes sociais como sendo espaço coletivo e colaborativo de aprendizagem desde que exista uma intencionalidade educativa explícita.
Como o Facebook, que foi criado por Mark Zuckerberg em 2004, é atualmente uma das redes sociais mais utilizadas em todo o mundo como espaço de partilha, de interação e de discussão de ideias, então, por que não utilizá-lo para fins educativos? A ferramenta soma uma relevante quantidade de recursos, funcionalidades e aplicativos que permitem ações interativas na Web, tendo-se tornado, hoje em dia, um espaço inovador no qual se criam e desenvolvem interações, sociabilidades e aprendizagens, essas colaborativas em rede, por meio do diálogo e da construção coletiva de saberes.
Várias são as ferramentas disponíveis no Facebook que podem ser aplicadas com fins pedagógicos, dentre elas podemos citar: os grupos que podem ser úteis para educadores e educandos trocarem informações de forma colaborativa; os links que fazem ligações com páginas externas ao Facebook; os eventos onde os alunos podem ser informados sobre encontros, seminários etc.;  o Mensenger que permite o envio de mensagens síncronas e assíncronas; e os comentários que permite ao usuário opinar sobre algo que foi compartilhado.

Bibliografia Consultada:
ALLAN, L. Escola.com: como as novas tecnologias estão transformando a educação na prática – Barueri, SP : Figurati, 2015.
MOREIRA, JA.; JANUÁRIO, S. Redes sociais e educação: reflexões acerca do Facebook enquanto espaço de aprendizagem. In: PORTO, C.; SANTOS, E. (Orgs.). Facebook e educação: publicar, curtir, compartilhar [online]. Campina Grande: EDUEPB, 2014, pp. 67-84.

O Trello como ambiente de aprendizagem colaborativa


Aprender é uma construção social que ocorre em todos os momentos de nossas vidas. Aprendemos muito com as pessoas ao nosso redor, seja por assimilação, observação prática, trocas de conhecimentos, fazendo ou recebendo críticas, argumentando, construindo novas conexões, dentre outras atividades em grupo.
Trabalhar na perspectiva da Colaboração entre os participantes traz importantes contribuições para a construção do conhecimento, pois requer a adoção de distintos saberes além dos necessários em situações individuais de aprendizagem, independente dos cenários onde elas aconteçam, seja na escola, família, trabalho ou nas relações sociais de uma forma geral.
Uma das ferramentas tecnológicas utilizadas pelas empresas para a promoção do trabalho colaborativo é o Trello, um sistema de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método "kanban", muito usado no desenvolvimento com Scrum, e que pode ser ajustada de acordo com as necessidades de cada usuário. Podemos utilizar na organização de nossas tarefas do trabalho, em planos de viagens, para estabelecer prioridades nos estudos, dentre muitas outras possibilidades!
O funcionamento é bem simples: você cria cartões de tarefas (cards) em um quadro de tarefas, similar ao quadro de recados que utilizamos para afixar lembretes, recados... O Trello permite convidar outros membros para visualizar e editar seu quadro de tarefas. Também é possível movimentar livremente esses cards dentro dos quadros que você cadastrar, podendo estes quadros serem organizados por áreas de sua vida: acadêmico, trabalho, saúde, você pode criar quantos quadros forem necessários para organizar sua rotina e ainda incluir outros membros nesses cards/quadros, para que estes possam te auxiliar na realização das tarefas.

Gostou? 
Acesse o Trello pelo site https://trello.com/, leia os Tutoriais e comece já o seu!

Referências:
Boas práticas no uso do Trello – Tutorial criado pelos alunos da disciplina “Ambientes e Sistemas Colaborativos para Educação”, ofertada no Mestrado em Inovação em Tecnologias Educacionais.

Os Quatro Pilares da Educação: entre a teoria e a prática de forma ilustrada

O Relatório apresentado à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura - UNESCO - da Comissão Internacional sobre a Educação para o século XXI, presidida pelo economista Jacques Delors sob o título de: “Um Tesouro a Descobrir" - tem como princípio a Educação ao longo da vida e está baseada nos Quatro Pilares da Educação: aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a conviver e aprender a ser.
Aparece em diferentes abordagens e são tratados em diversas áreas do conhecimento. Os links abaixo mostram o texto na íntegra em formato de texto e em audiovisual, fazendo uma relação teórico-prática.
Para acessar, clique nos links a seguir:

Os Quatro Pilares da Educação – Por Rubem Alves:

Aprendizagem Esportiva Colaborativa



A Universidade do Futebol (UdoF) é uma instituição educacional criada em 2003 que tem por objetivo o ensino, pesquisa e extensão dos saberes de diferentes áreas do conhecimento relacionados ao universo do Futebol.
O esporte, mais especificamente o futebol, é considerado um dos maiores fenômenos sociais da atualidade, um patrimônio cultural com grande representatividade econômica. Dada sua relevância sociocultural, a modalidade passou a ser objeto de estudos de praticamente todas áreas do conhecimento e a UdoF visa fomentar e divulgar estudos de diversas áreas (administração e comunicação, ciências humanas e sociais, saúde, tecnologias) favorecendo o desenvolvimento do esporte no âmbito educacional, do lazer e do alto rendimento.
A instituição utiliza recursos de tecnologia da informação e comunicação para oferecer ambiente de aprendizagem virtual; repositório como artigos, vídeos e entrevistas com especialistas das diversas áreas; e congrega grupos de estudos em prol da produção do conhecimento e da aprendizagem colaborativa do esporte.
O futebol, enquanto relevante manifestação humana, cultural e social, no Brasil e no mundo, não pode mais ser tratado de forma fragmentada e sem estratégias consistentes para o seu necessário crescimento e desenvolvimento. É necessária a adoção de novas estratégias para perceber que o fenômeno esportivo, onde o futebol se insere, deve ser considerado através de toda a sua complexidade, envolvendo as dimensões biológicas, psicológicas, sociais, culturais, econômicas, individuais e coletivas, inerentes a todos os seres humanos.


Saiba mais em Universidade do Futebol.

Aprendizagem colaborativa: o uso do blog e o papel dos sujeitos


            Na atualidade, temos vivenciado uma grande evolução tecnológica que vem modificando as relações e as interações nos mais diversos ramos da sociedade. A escola, por ser um lugar de interações sociais e aprendizado, não pode ficar distante dessa nova realidade tecnológica que estamos vivenciando. Nesse contexto, é fundamental que o educador conheça e domine algumas ferramentas tecnológicas que surgem frequentemente, de modo a buscar incorporá-las ao seu fazer pedagógico.
Ao trazer recursos tecnológicos para a sala de aula, o docente aproxima o aluno do conteúdo e desperta o seu interesse e motivação no processo de construção do conhecimento. Nessa perspectiva, estudos recentes mostram o blog como uma ferramenta de comunicação com potencial possibilidade de ser utilizada como ferramenta pedagógica.
O blog é uma importante ferramenta que possibilita a comunicação, a interação entre os sujeitos e compartilhamento de ideias e conhecimentos de forma colaborativa, e assim, configura-se como um instrumento que pode ser potencialmente utilizado na educação, proporcionando um aprendizado dinâmico e a interação entre os sujeitos. Além disso, é uma fonte de motivação para o aluno, estimulando-o no processo de aprendizagem individual e na construção do conhecimento do grupo no qual está inserido. 
Nesse cenário, cabe ao professor, portanto, atuar como mediador nesse novo processo de produção do conhecimento, atuando de forma significativa no ensino e se apropriando desse modelo de educação, no qual os saberes são construídos coletivamente e partilhados.
Vários sites oferecem a ferramenta gratuitamente, como o blogger.com.

Bibliografia Consultada:
CHAVES, Edidácio Araújo. Blog e educação ambiental: uma experiência junto a estudantes do Ensino Médio. 2017.
SOUSA, Valdilene Aguiar Diniz. Uso do blog na escola: construindo um ambiente virtual de aprendizagem colaborativa. 2016.
SANTOS, João et al. O uso do blog no ensino de ciências. Revista Areté| Revista Amazônica de Ensino de Ciências, v. 7, n. 12, p. 117-127, 2017.
ZADUSKI, Jeong Cir Deborah et al. Uso das tecnologias na educação: o blog como ferramenta pedagógica. SIED: EnPED-Simpósio Internacional de Educação a Distância e Encontro de Pesquisadores em Educação a Distância, 2016.
MOREIRA, Jailson Monteiro. Uso do blog como reforço na aprendizagem das aulas de física no ensino médio. 2016.

Sunday, July 2, 2017

Sing! Karaokê: aprenda a pronunciar em língua estrangeira cantando

Uma das dificuldades enfrentadas por quem começa a estudar uma língua é a pronúncia e, no entanto, essa dificuldade pode ser superada com a prática e o treino, visto que estamos falando das articulações faciais e dos músculos da boca. Sendo assim, uma das melhores formas de aprender uma língua é com a música. Ela tem a capacidade de despertar nossos sentidos, nossos sentimentos.
Nesse sentido, o professor de língua estrangeira antenado nas mudanças tecnológicas na sociedade deve sempre buscar novas formas de ensinar e fazer aprender a pronúncia aos alunos, pensando nisso, o aplicativo para celular Sing! Karaokê é uma opção tentadora para criar um ambiente de descontração e aprendizado lúdico da pronúncia com música. O professor estará não apenas promovendo a aprendizagem da pronúncia, mas também fazendo uso do chamado documento autêntico e possibilitando ao aluno a oportunidade de conhecer um pouco sobre a cultura musical francófona.
Sing! Karaokê permite que o usuário cante solo, com um amigo ou em grupo. Funciona assim: escolhe-se ou pesquisa-se a música; escolhe-se se quer cantar solo, com um amigo ou em grupo; e, finalmente, começa-se a cantar, simples não é? Porém, a experiência é melhor com fones de ouvido.
Um dos pontos fracos é que o aplicativo não é totalmente gratuito. Ele apresenta uma lista limitada de músicas grátis, no entanto, o usuário pode cantar outras músicas, basta que ele veja o anúncio do aplicativo. Ele está disponível para as plataformas Android e iOS.

Dica: ao final do anúncio, clique nele e quando você voltar ao aplicativo, você vai diretamente para tela para cantar, caso contrário, terá de ver o anúncio várias vezes.
  

Thursday, June 29, 2017

Infográfico ASC: Potencialidades e Limitações


Diante de uma sociedade cada vez mais virtualmente conectada, muitos dos problemas são amplos e/ou complexos e só uma pessoa não é capaz de lidar com esta complexidade. Mas como trabalhar em conjunto quando as pessoas têm compromissos em tempo e espaços divergentes?
A colaboração surge como novo desafio, pois se trata de um processo complexo que depende de estabelecimento de boa comunicação para organização e definição de compromissos, firmados através de coordenação para operação em conjunto.
Em meio a isso as tecnologias digitais e a internet têm um papel importante na facilitação da comunicação, através dos aplicativos e redes sociais, por exemplo, além do que a colaboração através de ferramentas digitais deve valorizar as relações humanas.
Ambientes e sistemas colaborativos surgem da necessidade de desenvolver ferramentas adequadas para apoiar o trabalho em grupo. Podem ser definidos como: Groupware são sistemas baseados em tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam grupos de usuários a exercer uma atividade; ou CSCW (Computer Supported Cooperative Work) nome da área de pesquisa que estuda o uso das tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam atividades de grupos de usuários.



Para construir um infográfico, clique aqui


Tuesday, June 27, 2017

O uso do Facebook como recurso educacional


O surgimento da era da informação proporcionou uma mudança no nosso meio e nas formas como as pessoas se comunicam. Dessa forma, se a educação tem por finalidade formar cidadãos para viver nesta nova era, faz-se necessário que a escola acompanhe essas mudanças.
Que o Facebook é a rede social mais popular do mundo todos já sabem, mas o que nem todos sabem é que ele também pode ser um excelente recurso pedagógico.
As vantagens de incluir o Facebook na didática de ensino consistem em tornar o aprendizado mais interessante e contextualizado às novas formas de comunicação e interação da atualidade.
Porém, para adotar a rede social como uma ferramenta de ensino, os professores precisam estabelecer critérios e posturas bastante claras.
O uso do Facebook na escola pode ajudar a trabalhar o senso crítico dos estudantes e ensiná-los a utilizar as ferramentas digitais e a internet com responsabilidade e segurança, ou seja, a prática acaba estimulando também a educação para o uso das mídias sociais.
Confira algumas maneiras de usar o Facebook como aliado da aprendizagem:
·  Grupos: criar e mediar grupos de discussão e plantão de dúvidas;
·  Compartilhamento: compartilhar conteúdos extras (vídeos, fotos, links para notícias e materiais multimídia) para apoio no aprendizado.
· Calendário de Eventos: divulgar atividades extracurriculares e enviar lembretes de entrega de trabalhos, pesquisas e provas.
·  Likes: acessar páginas relevantes e com conteúdo qualificado.
·   Chat: tirar dúvidas e passar recados para os alunos. 

Para começar a interagir com a ferramenta, acesse Facebook.com.

Thursday, June 22, 2017

Rede Colaborativa de Esporte e Lazer





A Rede CEDES — Centros de Desenvolvimento de Esporte Recreativo e de Lazer — foi implantada como ação do Ministério do Esporte e reúne Instituições de Ensino Superior, que se constituem em Núcleos da Rede, tendo como objetivo produzir e difundir conhecimentos voltados para o aperfeiçoamento e a qualificação de projetos, programas e políticas públicas de esporte recreativo e de lazer.

Nesse contexto, configura-se em ações de cooperação e intercâmbio, que viabilizam comunicação dos grupos de pesquisa e centros de informação e documentação com a comunidade internacional, promovendo o debate e a articulação desses conhecimentos, de modo a romper com ações fragmentadas e dispersas presentes nos sistemas de gestão das políticas públicas de esporte e lazer.
A Rede CEDES também fomenta repositório para a preservação da produção da Rede CEDES, através do arquivamento, discussão, acesso, democratização e publicização das pesquisas e publicações. 

Saiba mais em Rede CEDES