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Thursday, June 29, 2017

Infográfico ASC: Potencialidades e Limitações


Diante de uma sociedade cada vez mais virtualmente conectada, muitos dos problemas são amplos e/ou complexos e só uma pessoa não é capaz de lidar com esta complexidade. Mas como trabalhar em conjunto quando as pessoas têm compromissos em tempo e espaços divergentes?
A colaboração surge como novo desafio, pois se trata de um processo complexo que depende de estabelecimento de boa comunicação para organização e definição de compromissos, firmados através de coordenação para operação em conjunto.
Em meio a isso as tecnologias digitais e a internet têm um papel importante na facilitação da comunicação, através dos aplicativos e redes sociais, por exemplo, além do que a colaboração através de ferramentas digitais deve valorizar as relações humanas.
Ambientes e sistemas colaborativos surgem da necessidade de desenvolver ferramentas adequadas para apoiar o trabalho em grupo. Podem ser definidos como: Groupware são sistemas baseados em tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam grupos de usuários a exercer uma atividade; ou CSCW (Computer Supported Cooperative Work) nome da área de pesquisa que estuda o uso das tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam atividades de grupos de usuários.



Para construir um infográfico, clique aqui


Tuesday, June 27, 2017

O uso do Facebook como recurso educacional


O surgimento da era da informação proporcionou uma mudança no nosso meio e nas formas como as pessoas se comunicam. Dessa forma, se a educação tem por finalidade formar cidadãos para viver nesta nova era, faz-se necessário que a escola acompanhe essas mudanças.
Que o Facebook é a rede social mais popular do mundo todos já sabem, mas o que nem todos sabem é que ele também pode ser um excelente recurso pedagógico.
As vantagens de incluir o Facebook na didática de ensino consistem em tornar o aprendizado mais interessante e contextualizado às novas formas de comunicação e interação da atualidade.
Porém, para adotar a rede social como uma ferramenta de ensino, os professores precisam estabelecer critérios e posturas bastante claras.
O uso do Facebook na escola pode ajudar a trabalhar o senso crítico dos estudantes e ensiná-los a utilizar as ferramentas digitais e a internet com responsabilidade e segurança, ou seja, a prática acaba estimulando também a educação para o uso das mídias sociais.
Confira algumas maneiras de usar o Facebook como aliado da aprendizagem:
·  Grupos: criar e mediar grupos de discussão e plantão de dúvidas;
·  Compartilhamento: compartilhar conteúdos extras (vídeos, fotos, links para notícias e materiais multimídia) para apoio no aprendizado.
· Calendário de Eventos: divulgar atividades extracurriculares e enviar lembretes de entrega de trabalhos, pesquisas e provas.
·  Likes: acessar páginas relevantes e com conteúdo qualificado.
·   Chat: tirar dúvidas e passar recados para os alunos. 

Para começar a interagir com a ferramenta, acesse Facebook.com.

Thursday, June 22, 2017

Rede Colaborativa de Esporte e Lazer





A Rede CEDES — Centros de Desenvolvimento de Esporte Recreativo e de Lazer — foi implantada como ação do Ministério do Esporte e reúne Instituições de Ensino Superior, que se constituem em Núcleos da Rede, tendo como objetivo produzir e difundir conhecimentos voltados para o aperfeiçoamento e a qualificação de projetos, programas e políticas públicas de esporte recreativo e de lazer.

Nesse contexto, configura-se em ações de cooperação e intercâmbio, que viabilizam comunicação dos grupos de pesquisa e centros de informação e documentação com a comunidade internacional, promovendo o debate e a articulação desses conhecimentos, de modo a romper com ações fragmentadas e dispersas presentes nos sistemas de gestão das políticas públicas de esporte e lazer.
A Rede CEDES também fomenta repositório para a preservação da produção da Rede CEDES, através do arquivamento, discussão, acesso, democratização e publicização das pesquisas e publicações. 

Saiba mais em Rede CEDES

A Informática e a Internet apresentada de forma didática e ilustrada


A informática e a internet despertam interesse nas diversas áreas do conhecimento pelo seu potencial e alcance. A Universidade Federal do Pará criou um site onde disponibiliza desde a sua história, gerações e jogos. Traça uma linha de tempo a partir de 1500, bem como apresenta softwares e sistemas operacionais livres. 

Para saber mais, acesse em: http://www.ufpa.br/dicas/net1/int-hind.htm

Por: Zelda S. de Sales Caldas

Tuesday, June 20, 2017

Repositório

Lugar onde se guarda, arquiva, coleciona alguma coisa.
Acumulação de objetos, informações etc.; coleção, inventário, repertório.



Esta lista (organizada em ordem alfabética) contém links para alguns repositórios digitais de materiais educativos, principalmente direcionados à educação básica. Cada item contém o nome da plataforma, seus responsáveis, o link e uma breve descrição da iniciativa, retirada de seu próprio site ou de falas dos seus responsáveis.
Rede social de conhecimento e cultura onde os Internautas podem contribuir disponibilizando material pedagógico, criando jogos educativos e textos literários.

ü  Banco Internacional de Objetos Educacionais - Ministerio da Educação, Ministerio de Ciência e Tecnologia
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/
Esse Banco Internacional tem o propósito de manter e compartilhar recursos educacionais digitais de livre acesso, mais elaborados e em diferentes formatos - como áudio, vídeo, animação, simulação, software educacional - além de imagem, mapa, hipertexto.
ü  Curriculo+ - Secretaria de Educação do Estado de São Paulo
http://curriculomais.educacao.sp.gov.br
Iniciativa que, por meio de uma plataforma online de sugestões de objetos digitais de aprendizagem (ex: vídeos, animações, jogos, simuladores, infográficos, áudios), relacionadas ao Currículo do Estado de São Paulo.
Plataforma online onde alunos e professores podem acessar atividades autoexplicativas de forma lúdica e prática. As aulas incluem planos de aula e apresentações voltados para professores que queiram utilizar as atividades com os alunos.
ü  Escola Digital - Instituto Inspirare, Instituto Natura, Instituto Educadigital, TIC Educa, Secretaria de Educação do Estado de São Paulo
http://escoladigital.org.br
Escola Digital é uma plataforma de busca que reúne objetos e recursos digitais voltados a apoiar processos de ensino e aprendizagem dentro e fora da sala de aula.
ü  Portal do Professor - Ministério da Educação, Ministério da Ciência e Tecnologia
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
Espaço para o professor acessar sugestões de planos de aula, baixar mídias de apoio, ter notícias sobre educação e iniciativas do MEC ou até mesmo compartilhar um plano de aula, participar de uma discussão ou fazer um curso.
ü  Portal Domínio Público - Ministério da Educação
http://www.dominiopublico.gov.br
Este portal constitui-se em um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos.
ü  Edukatu - Rede de Aprendizagem para o Consumo Consciente
O Edukatu é uma rede de aprendizagem que visa incentivar a troca de conhecimentos e práticas sobre consumo consciente entre professores e alunos do Ensino Fundamental de escolas em todo o Brasil.
ü  Recursos educacionais multimídia para a matemática do ensino médio - Unicamp
http://m3.ime.unicamp.br/
Esse é o portal principal da coleção M³ Matemática Multimídia, que contém recursos educacionais multimídia em formatos digitais desenvolvidos pela Unicamp com financiamento do FNDE, SED, MCT e MEC para o Ensino Médio de Matemática no Brasil.
ü  RIVED- Secretaria de Educação a Distância - SEED
http://rived.mec.gov.br
O RIVED é um programa da Secretaria de Educação a Distância - SEED, que tem por objetivo a produção de conteúdos pedagógicos digitais, na forma de objetos de aprendizagem.
ü  Biblioteca Digital de Ciências - Laboratório de Tecnologia Educacional (Unicamp)
http://www.bdc.ib.unicamp.br/bdc/index.php
Disponibiliza os artigos científicos publicados pela Revista Brasileira de Ensino de Bioquímica e Biologia Molecular. Todo conteúdo publicado pela Biblioteca Digital do LTE passa por um processo de revisão semelhante ao das publicações científicas tradicionais.

O ensino hibrido como possibilidade de uma aprendizagem colaborativa

O ensino hibrido como possibilidade de uma aprendizagem colaborativa
(http://observatorioderedessociais.blogspot.com.br)

O ensino hibrido, como metodologia ativa, possibilita flexibilidade, podendo ser o trabalho do professor moldado em função de seus objetivos e necessidade da turma, utilizando as tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) como potencializadoras do ensino e da aprendizagem.
Atualmente o ensino hibrido ganhou múltiplas possibilidades para sua atuação, deixando de ser bidimensional como em sua origem (sala de aula e ensino online), , sta metodologia possibilita maior engajamento dos alunos no aprendizado, melhor aproveitamento do tempo do professor, ampliação do potencial da ação educativa visando intervenções efetivas, colaboração entre os estudantes e planejamento personalizado.
O professor que deseja promover o trabalho colaborativo, poderá escolher uma das propostas do ensino hibrido para trabalhar em sua sala de aula, por exemplo, o modelo de rotação por estações, que possibilita aos estudantes a realização de trabalho em grupo. No modelo de rotação por estações é possibilitado aos estudantes trabalhar de maneira colaborativa, em função de um objetivo comum traçado previamente pelo professor ou pelo grupo. Os alunos são separados em grupos com atividades especificas a serem desenvolvidas, sendo importante trabalhar a colaboração entre os indivíduos, despertando para a negociação conjunta.

Fonte: BACICH, Lilian et al (Org.). Ensino hibrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015. Disponível em: <books.google.com.br>. Acesso em: 20 junho 2017.


Aprendizagem colaborativa com uso de aplicativos


A sociedade atual está totalmente dependente dos dispositivos móveis e isso tem originado um novo modelo de educação online, o qual denominamos de m-learning que, segundo Lucia Santaela, é entendido como ferramentas para a educação que podem fazer o aprendizado chegar a quaisquer lugares. De acordo com Pelissoli (2005), o principal benefício dessa modalidade de ensino é o aluno deixar de ver o aprendizado como uma ação que tem hora e local para acontecer, podendo aprender a todo o momento.
Com as tecnologias móveis, o poder de inclusão com outros meios, tarefas e contextos facilita a produção do conhecimento, pois ele pode se dar de forma colaborativa, fazendo com que o mesmo seja construído com várias autorias e os autores não precisam estar dentro dos muros do colégio. Portanto, para que o processo de aprendizagem colaborativa se torne interativo para o aluno, o professor precisa planejar e identificar a ferramenta mais adequada para o que ele está propondo. A mediação docente, ao utilizar esses dispositivos de forma colaborativa no contexto escolar, é condição importante para que haja aprendizagem.
Para facilitar essa identificação e escolha, segue algumas sugestões de aplicativos que podem ser utilizado para construção do conhecimento de maneira colaborativa.
GoConqr - O app de GoConqr possui recursos de aprendizagem como Mapas Mentais, Flashcards, Quizzes, Slides e Notas. O app pode ser usado para a aprendizagem social e colaborativa ligando-se a amigos, professores e colegas nos Grupos.
Google Classroom - Inclui funcionalidades que poupam tempo, como a capacidade de efetuar automaticamente uma cópia de um Documento do Google para cada aluno. Os professores podem ver rapidamente quem terminou ou não o trabalho, bem como comentar e avaliar diretamente e em tempo real no Classroom.
Padlet - Funciona como um pedaço de papel. Damos-lhe uma página vazia – um padlet – e pode colocar nela o que quiser. Adicione um vídeo, grave uma entrevista, tire uma selfie, escreva as suas próprias mensagens de texto ou faça upload de documentos. 

<https://appseducacao.rbe.mec.pt/category/aprendizagem-colaborativa/>. Acesso em: 19 de junho de 2017.
Tise 2014. Disponível em:
<http://www.tise.cl/volumen10/TISE2014/tise2014_submission_306.pdf>.  Acesso em: 19 de junho de 2017.
SANTAELLA, L. Leitor prossumidor: desafios da ubiquidade para a educação. Revista Ensino Superior Unicamp, n.9, abr, 2013, p.19-28.

O uso de sistema online de avaliação de aprendizagem na comunidade acadêmica


Uma das atividades que mais desafiam o trabalho docente é a aplicação da avaliação da aprendizagem, principalmente quando as turmas são formadas por muitos alunos. Quando a avaliação é realizada em papel, requer um certo tempo para que o docente faça a correção do elevado número de documentos, bem como a demora para a divulgação dos resultados. Substituir a avaliação em papel pela avaliação online agiliza a coleta e a organização das respostas, permitindo ao docente analisar o desempenho individual ou coletivo.
Nesse contexto, um sistema online que tem a característica de auxiliar o processo de avaliação é o Google Forms. Uma importante propriedade desse sistema é a possibilidade da criação de formulários online de forma colaborativa e interativa, onde os dados coletados para análise ficam armazenados em uma planilha eletrônica. Para Djenno et al. (2015), o Google Forms possui também outras propriedades:
# pode ser aplicado no modelo de aprendizagem ativa e como instrumento de avaliação formativa;
# obter feedback dos alunos;
# o compartilhamento das informações.

O Google Forms é uma ferramenta muito útil quando os formulários criados são focados nos conteúdos, pois potencializa a colaboração e interatividade entre professores e alunos.

Por Fábio Câmara

DJENNO, Mireille; INSUA, Glenda M.; PHO, Annie. From paper to pixels: using Google Forms for collaboration and assessment. Library Hi Tech News, v. 32, n. 4, p. 9-13, 2015.

Sunday, June 18, 2017

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS: proporcionando um aprendizado eficiente

Em meio ao processo inclusivo, as Tecnologias Assistivas – TA  exercem um papel de suma importância, tendo em vista que facilitam o processo de aprendizagem, de inclusão, promovendo a aprendizagem por meio de recursos e serviços que ajudem a eliminar barreiras.
A TA funciona como agente facilitador, seja na escola, em casa ou no trabalho, por isso a importância da mobilização tanto dos profissionais da educação como da família nesse processo. A Comunicação Alternativa – CA  procura proporcionar a compensação na falta ou na dificuldade de comunicação, seja temporária ou permanente, inserindo meios facilitadores e procurando não apenas dispor de materiais comercializados e de alto custo, mas sim procurar através da criatividade criar e dispor de materiais de baixo custo, considerando a realidade socioeconômica da população na qual se insere.
Verifica-se que a maioria das necessidades dos alunos podem ser resolvidas com recursos de baixo custo, porém existem hardwares desenvolvidos por empresas especializadas, como acionadores especiais, mouses adaptados, teclados especiais, impressoras braile, monitores com telas sensíveis ao toque e outros.
Alguns recursos facilitadores no processo de inclusão ainda são desconhecidos por algumas pessoas, como os softwares especiais de acessibilidade. Essa acessibilidade está disponível no Windows, através do qual se torna possível realizar várias modificações, de acordo com a necessidade de cada aluno.

Ficou curioso? Quer saber mais? Visite os sites: 
www.assistiva.com.br/tassistiva.html

Mídias digitais como ferramentas de aprendizagem

                    Na era da globalização, pensar nas ferramentas digitais como recursos motivadores de aprendizagem escolar se faz necessário. Para isso, o professor precisa conhecer as ferramentas antes para utilizá-las em suas aulas, de modo que elas ganhem um objetivo educativo no processo de aprendizagem.
           Mídia digital pode ser compreendida como recurso que permite transmitir uma comunicação baseada em tecnologia digital.
           São exemplos de mídias digitais:
  • computador;
  • smartphone;
  • tablet;
  • jogos eletrônicos;
  • e-books.

Resultado de imagem para mídias digitais

 Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mídia_digital


Saturday, June 17, 2017

Cmap Tools e Cmap Cloud

Cmap Tools é uma ferramenta para elaborar mapas e esquemas conceituais e apresentá-los graficamente.
Para acessá-la, clique aqui. 

A ideia de mapas conceituais surgiu na década de 1960, com as teorias sobre a psicologia da aprendizagem propostas por David Ausubel.

Ao se criar os mapas, é possível inserir mais participantes para que a aprendizagem seja colaborativa, ou seja, todos os integrantes podem participar e construir seus esquemas conceituais juntos, partilhando as ideias. 

Além disso, existe uma ferramenta, o Cmap Cloud, que permite a criação de mapas conceituais online, sem precisar fazer o download da ferramenta ou pagar por serviços adicionais.


Para acessá-la, clique aqui e comece a criar seus mapas conceituais.  

Telessaúde: um sistema colaborativo para educação e promoção à saúde

          A crescente evolução tecnológica dos últimos anos nas áreas de telecomunicação e computação possibilitou um maior acesso às mais diversas tecnologias. Tal fato tornou possível a aplicação e ampliação dos conceitos da Telemedicina nas diversas áreas da saúde, contribuindo com o surgimento da Telessaúde no Brasil.
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa
O sistema de Telessaúde tem como objetivo, a partir do uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs), levar a saúde para indivíduos residentes nas áreas mais remotas e para aqueles que mais necessitam dos serviços de saúde.
Trata-se de uma ferramenta em rede que faz uso das TICs e de recursos de áudio, vídeo, texto e animações gráficas para construção de conteúdo, fundamental para a promoção da educação permanente e continuada de forma construtiva, colaborativa e interativa. Tal rede é integrada por pesquisadores, professores, profissionais e alunos em busca do conhecimento via sistema de colaboração acadêmica.
Essa Rede científica colaborativa se divide em Grupos de Interesse Especial, colaborando em áreas como fonoaudiologia, enfermagem, psiquiatria, oftalmologia, radiologia, neurologia, odontologia, cardiologia, oncologia, reabilitação, ortopedia e trauma, entre outros. Ocorrem  aproximadamente de 2 a 3 sessões científicas diárias, totalizando 600 sessões em vídeo e web conferência gravadas e disponibilizadas por ano, para consulta online.
          Por fim, o estabelecimento dessas redes científicas de educação e assistência colaborativa vem contribuindo para a capacitação de profissionais e para a ampliação do acesso a uma saúde resolutiva e de qualidade, disponibilizando, ainda, rotinas de educação e pesquisa colaborativa para instituições da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa.


RIBEIRO FILHO, José Luiz et al. Telemedicina e Telessaúde–A Construção de Redes Colaborativas de Ensino, Pesquisa e Assistência ao Diagnóstico e ao Tratamento em Saúde no Brasil. Informática Pública, v. 10, n. 2, p. 97-104, 2008.
SIMÕES, Nelson et al. Cooperação nacional e internacional na Rede Universitária de Telemedicina RUTE na Infraestrutura da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa RNP. A História da Telessaúde da Cidade para o Estado do Rio de Janeiro, p. 69.
WEN, Chao Lung. Telemedicina e telessaúde–um panorama no Brasil. Informática Pública, v. 10, n. 2, p. 7-15, 2008.

Friday, June 16, 2017

O desafio do trabalho em grupo no ambiente escolar

O trabalho colaborativo ainda é um grande desafio nas nossas escolas, parte dos nossos alunos ainda não construiu o conceito do que seja trabalhar em grupo. É comum durante uma atividade em grupo realizada pelos alunos a fragmentação das tarefas sem o conhecimento do todo, tornando a aprendizagem limitada e com grandes conflitos em sua realização. Sem essa colaboração, grandes ideias poderão ficar adormecidas, ou ideias ruins serem levadas a diante por falta de discussão que propicie a sua transformação. Como transformar a atual concepção errônea dos nossos alunos sobre o processo de como se trabalhar em grupo?

Thursday, June 15, 2017

Etimologia



Sistemas Colaborativos é a tradução adotada no Brasil para designar ambos os termos: groupware e “CSCW” (Computer Supported Cooperative Work). Muitos consideram groupware e CSCW como sinônimos, outros preferem reservar a palavra groupware para designar especificamente os sistemas computacionais usados para apoiar o trabalho em grupo, e o termo CSCW para designar tanto os sistemas quanto os efeitos psicológicos, sociais e organizacionais do uso desses sistemas. (PIMENTEL; FUKS, 2012, apresentação)


Referência Bibliográfica:
PIMENTEL, Mariano; FUKS, Hugo. (Orgs.). Sistemas Colaborativos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

Friday, June 9, 2017

Bem Vindos!



Sejam todos bem vindos esse será nosso ambiente de colaboratividade.